O que nos move a Fazer Acontecer
Sigmund Freud via nos desejos o motor central de quase tudo o que o ser humano faz, pensa ou sonha, sempre impulsionados pela busca por satisfação. Sendo assim, os desejos não são algo que temos, mas sim algo que somos. Algo parecido acontece no movimento LEO, onde o desejo de servir, de transformar a realidade e de crescer junto à comunidade impulsiona cada ação, projeto e campanha.
Transformando empatia em atitude, saímos da teoria e do discurso e colocamos as mãos no que pode ser feito de melhor forma. Com amor, coragem, propósito e dedicação. Pois cada um escolheu ser LEO, sempre foi mais do que escolher um clube, foi escolher servir desinteressadamente, acreditando nas pessoas e nas mudanças que elas podem provocar. Fazendo acontecer…
Mas afinal, o que nos move a fazer acontecer? Não é o acaso, nem a sorte. Não é o aplauso, ou a foto bonita no final do projeto. É algo mais profundo. Um chamado silencioso que nasce dentro de cada um, pedindo para transformar o que já existe em algo ainda melhor. É o brilho nos olhos de quem foi tocado, é o arrepio de perceber que fazer mais tem poder. É saber que, entre tantas realidades duras, ainda existe gente disposta a cuidar.
Fazer acontecer é o que sabemos fazer de melhor. Estamos presentes, mesmo quando é difícil, somando forças mesmo quando parece pouco. Mais que um clube, somos um grupo. Mais que um grupo, somos família. Vozes que se unem, mãos que se estendem, pessoas que caminham junto em busca do mesmo propósito.
Mais que cargos ou comissões, somos causas. Causas e motivos para o sorriso de alguém. Porque cada ação que realizamos carrega um pedaço do que acreditamos: que o nosso propósito precisa ser feito, mesmo que poucos vejam, e que o amor pelo outro é o que mantém o mundo respirando.
CLEO Felipe Golin









