Ao olhar para minha trajetória no LEO Clube, depois de quase quatro anos de participação, percebo que o que me move a fazer acontecer mudou, amadureceu. No início tudo era novidade: as reuniões, as campanhas, as pessoas, a sensação de estar fazendo parte de algo maior. Hoje o sentimento é mais profundo, não é só empolgação, é pertencimento.
Com o tempo, aprendi que fazer acontecer não significa só estar presente nos dias bons, mas também nos desafiadores. Fazer acontecer é seguir participando quando o cansaço pesa, quando os desafios aparecem, e quando nem tudo sai como planejado.
O que me move é lembrar de cada gesto, de cada ação, e do impacto que cada uma delas trouxe para a comunidade. É recordar os rostos que encontramos, as histórias que ouvimos, e a certeza de que, mesmo sem perceber, deixamos marcas positivas. O servir nos transforma tanto quanto transforma aqueles a…